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Observabilidade, SRE e Incidentes

Observabilidade com OpenTelemetry: logs, métricas e traces centralizados
Observabilidade, SRE e Incidentes

Observabilidade com OpenTelemetry: logs, métricas e traces centralizados

A observabilidade em sistemas distribuídos modernos apoia-se em três pilares fundamentais: logs, métricas e traces. Logs registram eventos discretos com contexto textual, métricas fornecem agregações numéricas sobre o comportamento do sistema em intervalos de tempo, e traces rastreiam o fluxo de requisições através de múltiplos serviços. Sem a integração desses três elementos, diagnosticar problemas em arquiteturas de microsserviços torna-se uma tarefa quase impossível.

05/05/2026
Introdução ao Cilium: rede e observabilidade com eBPF no Kubernetes
Observabilidade, SRE e Incidentes 05/05/2026

Introdução ao Cilium: rede e observabilidade com eBPF no Kubernetes

O Kubernetes revolucionou a orquestração de contêineres, mas sua camada de rede tradicional sempre foi um ponto de estrangulamento. O kube-proxy e as regras iptables criavam problemas de desempenho, especialmente em clusters com alta rotatividade de pods. Cada nova regra de rede exigia iterações lineares sobre a cadeia de iptables, causando latência crescente à medida que o cluster escalava.

Introdução ao Signoz como alternativa open source ao Datadog
Observabilidade, SRE e Incidentes 05/05/2026

Introdução ao Signoz como alternativa open source ao Datadog

Empresas que escalam suas operações rapidamente enfrentam um desafio comum: os custos de observabilidade disparam à medida que o volume de dados cresce. O Datadog, embora seja uma plataforma madura e rica em funcionalidades, adota um modelo de precificação por host e por log que pode se tornar proibitivo. Em ambientes com centenas de microsserviços, a fatura mensal frequentemente ultrapassa dezenas de milhares de dólares.

Gerenciamento de logs centralizado com ELK Stack e Grafana Loki
Observabilidade, SRE e Incidentes 05/05/2026

Gerenciamento de logs centralizado com ELK Stack e Grafana Loki

O gerenciamento descentralizado de logs apresenta problemas críticos para equipes de infraestrutura e desenvolvimento. A fragmentação dos registros em múltiplos servidores dificulta a correlação de eventos entre sistemas, reduz a visibilidade operacional e torna o troubleshooting um processo lento e manual. Sem uma visão unificada, identificar a causa raiz de uma falha que atravessa camadas de aplicação, banco de dados e rede pode levar horas ou até dias.

Incident management: como conduzir um postmortem que gera mudança real
Observabilidade, SRE e Incidentes 05/05/2026

Incident management: como conduzir um postmortem que gera mudança real

O postmortem é uma prática essencial em incident management que vai muito além de simplesmente "apagar incêndios". Seu verdadeiro propósito é transformar falhas em oportunidades de aprendizado sistêmico. Diferentemente do postmortem reativo, que apenas documenta o que aconteceu para justificar o incidente, o postmortem proativo busca identificar vulnerabilidades no sistema antes que elas causem novos problemas.

Estratégias de logging: o que e como registrar
Observabilidade, SRE e Incidentes 05/05/2026

Estratégias de logging: o que e como registrar

Em sistemas distribuídos modernos, o log é frequentemente a única fonte de verdade quando algo dá errado. Diferente de métricas (que mostram agregados) ou tracing (que mostra o caminho de uma requisição), o logging fornece o contexto narrativo do que realmente aconteceu em cada ponto da execução.

Estratégias de sampling em tracing distribuído para reduzir custo
Observabilidade, SRE e Incidentes 05/05/2026

Estratégias de sampling em tracing distribuído para reduzir custo

O tracing distribuído é a espinha dorsal da observabilidade em arquiteturas de microserviços. Cada requisição de usuário gera uma árvore de spans — unidades de trabalho que representam operações individuais — que, juntas, formam um trace completo. Em sistemas com dezenas ou centenas de serviços, uma única requisição pode produzir centenas de spans.